
Ismael Alves – A geopolítica do Oriente Médio sofreu uma reviravolta sem precedentes neste sábado (28). O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou sua rede social para confirmar que bombardeios conjuntos entre forças americanas e israelenses resultaram na morte de Ali Khamenei, o líder supremo do Irã. Ao classificar Khamenei como uma das piores figuras da história, o republicano afirmou que o episódio abre o caminho para que a população iraniana recupere o controle de seu país.
A ofensiva, detalhada pelas Forças de Defesa de Israel (IDF), mobilizou cerca de 200 caças para atingir 500 alvos estratégicos. O comando militar israelense descreveu a operação como a maior missão aérea já realizada por sua Aeronáutica. O foco central dos ataques concentrou-se na infraestrutura de mísseis e no poderio naval iraniano, com Trump já sinalizando novas incursões caso o regime persista em seus projetos nucleares ou balísticos.
O balanço da destruição e o rastro de vítimas civis
Os dados oficiais começam a desenhar a escala do impacto em solo iraniano. O Crescente Vermelho confirmou o registro de pelo menos 201 mortos e 747 feridos, destacando que 24 das 31 províncias do país foram atingidas pela ofensiva. A organização humanitária mantém todas as suas unidades em alerta máximo para lidar com o volume de feridos.
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Enquanto Israel celebra o sucesso da missão contra a cúpula política e militar, denúncias graves emergem sobre os efeitos colaterais da operação. Relatos indicam a morte de pelo menos 85 pessoas, incluindo uma maioria de crianças, em uma escola primária na província de Hormozgan. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu prepara um pronunciamento oficial para a noite deste sábado, onde deve abordar os resultados táticos e a pressão internacional sobre as baixas civis registradas durante o bombardeio histórico.













