
Ismael Alves – Durante participação no Panorama Político desta quinta-feira (9), programa apresentado pelo editor deste blog na Rádio Líder FM, o empresário Rogério Borges relatou o clima de comoção que tomou conta do município de Pombos, no Agreste pernambucano, após a morte da estudante Maria Rhayssa Ferreira da Silva, de 11 anos.
Aluna do Colégio Onze de Dezembro, a criança morreu em decorrência de um acidente envolvendo um ônibus do transporte escolar da prefeitura, ocorrido na manhã da quinta-feira, nas proximidades da Usina Nossa Senhora do Carmo, zona rural do município. A dinâmica do acidente ainda é desconhecida.
Segundo Rogério Borges, logo nas primeiras horas do dia a cidade já vivia um cenário de forte comoção, com intensa movimentação no hospital municipal e um “burburinho” generalizado, enquanto as informações ainda eram escassas para a população. O acidente, conforme relatado, teria ocorrido por volta das 7h.
O empresário manifestou solidariedade à família da vítima e destacou que o momento deve ser de união e apoio entre os moradores, evitando a politização do caso. Entretanto, defendeu a necessidade de esclarecimento dos fatos.
“É um momento de dor para toda a cidade, mas precisamos fazer algumas pontuações”, afirmou.
Rogério Borges relatou que há uma série de queixas recorrentes envolvendo o transporte escolar do município, incluindo denúncias de excesso de velocidade. Ele afirmou ter acionado formalmente o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) há poucos dias para apurar possíveis irregularidades nos chamados “ônibus amarelinhos”, com o objetivo de verificar que os veículos estão devidamente vistoriados e se os condutores possuem capacitação adequada.
O empresário classificou o episódio como algo que pudesse acontecer a qualquer momento, diante do histórico de problemas apontados no serviço. Apesar disso, ponderou que não faz julgamentos antecipados, mas defendeu que o poder público municipal se manifeste e que as autoridades competentes investiguem o caso.
Ele também cobrou transparência sobre os custos do serviço, afirmando que o município teria uma despesa superior a R$ 300 mil mensais com o transporte escolar, e pediu esclarecimentos dos responsáveis diretos, desde a Diretoria de Transporte até o gestor municipal.

Ismael Alves – Durante participação no Panorama Político desta quinta-feira (9), programa apresentado pelo editor deste blog na Rádio Líder FM, o empresário Rogério Borges relatou o clima de comoção que tomou conta do município de Pombos, no Agreste pernambucano, após a morte da estudante Maria Rhayssa Ferreira da Silva, de 11 anos.
Aluna do Colégio Onze de Dezembro, a criança morreu em decorrência de um acidente envolvendo um ônibus do transporte escolar da prefeitura, ocorrido na manhã da quinta-feira, nas proximidades da Usina Nossa Senhora do Carmo, zona rural do município. A dinâmica do acidente ainda é desconhecida.
Segundo Rogério Borges, logo nas primeiras horas do dia a cidade já vivia um cenário de forte comoção, com intensa movimentação no hospital municipal e um “burburinho” generalizado, enquanto as informações ainda eram escassas para a população. O acidente, conforme relatado, teria ocorrido por volta das 7h.
O empresário manifestou solidariedade à família da vítima e destacou que o momento deve ser de união e apoio entre os moradores, evitando a politização do caso. Entretanto, defendeu a necessidade de esclarecimento dos fatos.
“É um momento de dor para toda a cidade, mas precisamos fazer algumas pontuações”, afirmou.
Rogério Borges relatou que há uma série de queixas recorrentes envolvendo o transporte escolar do município, incluindo denúncias de excesso de velocidade. Ele afirmou ter acionado formalmente o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) há poucos dias para apurar possíveis irregularidades nos chamados “ônibus amarelinhos”, com o objetivo de verificar que os veículos estão devidamente vistoriados e se os condutores possuem capacitação adequada.
O empresário classificou o episódio como algo que pudesse acontecer a qualquer momento, diante do histórico de problemas apontados no serviço. Apesar disso, ponderou que não faz julgamentos antecipados, mas defendeu que o poder público municipal se manifeste e que as autoridades competentes investiguem o caso.
Ele também cobrou transparência sobre os custos do serviço, afirmando que o município teria uma despesa superior a R$ 300 mil mensais com o transporte escolar, e pediu esclarecimentos dos responsáveis diretos, desde a Diretoria de Transporte até o gestor municipal.










