Ismael Alves – Desde a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Chã Grande, realizada no dia 12 deste mês, o vereador Jorge Luis (PL) tem enfrentado um verdadeiro inferno astral.
Autodeclarado reeleito ao cargo de presidente do Legislativo após impugnar a única chapa concorrente, a apelação de Jorge não convenceu a maioria dos pares e isso tem gerado consequências desgastantes para o vereador que há seis anos preside a Câmara de Chã Grande.
A chapa encabeçada por Ademir Batista (Avante), impugnada sob a alegação de não ter apresentado candidato ao cargo de vice-presidente, posto que até então não existia na formação da Mesa Diretora da Câmara de Chã Grande – suprido pelo 1° Secretário – conta com a preferência de 06 dos 11 parlamentares do Legislativo municipal.
Insatisfeitos com o que classificam como “manobra do atual presidente para se manter no comando da Casa”, Ademir e mais 05 vereadores acionaram a Justiça em desfavor de Jorge. Eles pedem a anulação da eleição e a realização de um novo processo eleitoral interno no qual Jorge não concorra, considerando que ele ocupa a presidência há três mandatos consecutivos.
Na última sexta-feira, 30, a última sessão Legislativa de Chã Grande foi marcada por mais um episódio desgastante para Jorge Luis. A ata da sessão da eleição da Mesa Diretora foi rejeitada por 6×5 votos. A reprovação ocorreu, segundo os parlamentares, em decorrência de rasuras e ausência de registros relevantes no documento, além do descumprimento do Regimento Interno.
A reunião durou três horas e a única pauta abordada foi a Ata. A última sessão Legislativa do ano revelou a dificuldade de Jorge em conduzir a Casa com o novo cenário que se formou.














