Ismael Alves – O imbróglio judicial envolvendo a eleição da Mesa Diretora da Câmara de Chã Grande, Mata Sul, ganhou um novo episódio nesta terça-feira (07). O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) se manifestou favorável ao pedido de anulação da eleição interna para o biênio 2023/2024, requerido judicialmente pelos vereadores Ademir Batista (Avante), Célia de Jaci (Avante), Inaldo do Raio-X (Avante), Gilvan Bolão (Avante), Dandão (PDT) e Nego de Rita (PDT).
À justiça os parlamentares alegaram que o vereador Jorge Luis (PL), atual presidente, teria cometido “fraude na eleição” para “se perpetuar no poder”, indeferindo a chapa encabeçada pelo vereador Ademir Batista, detentora do apoio de seis dos onze parlamentares. A justificativa apresentada pelo presidente do legislativo, que ocupa o mesmo cargo há quatro biênios consecutivos, foi contestada na Justiça e rechaçada pelo próprio MPPE, que reconheceu as práticas irregulares para impedir a chapa adversária de concorrer à mesa.
O processo segue em tramitação na 2ª Vara Cível da Comarca de Gravatá. O próximo passo será a decisão da Justiça.














