
Ismael Alves – Com 10 meses para o início do ano eleitoral, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, já ligou o alerta diante do risco de uma derrota nas eleições de 2026. Apesar da imagem de tranquilidade e otimismo transmitida pela publicidade oficial, o clima no Palácio do Campo das Princesas é de preocupação. A governadora enfrenta uma corrida contra o tempo para consolidar sua base de apoio e garantir a reeleição.
A tentativa frustrada de firmar uma aliança com Miguel Coelho (UB), que apoiou Lyra no segundo turno de 2022, mas foi ignorado após a vitória da tucana, exemplifica as dificuldades em ampliar a base governista. Outros políticos têm sido procurados, mas a adesão de novos aliados não avança como o esperado. Além disso, parte dos antigos apoiadores já demonstra insatisfação, enquanto alguns já abandonaram o barco.
Para entender a real situação do governo, basta ouvir professores, policiais militares, profissionais da saúde e outros servidores públicos. A percepção geral é de que o governo Raquel Lyra tem sido mais reprovado do que aparenta.













