
Ismael Alves – Hoje é o Dia do Rádio, um meio de comunicação que atravessa gerações e continua presente no cotidiano de milhões de brasileiros. Tenho uma forte conexão profissional com esse veículo tão importante, que caminha lado a lado com a modernidade, apesar do seu pioneirismo. Para comemorar esta data, reuni algumas das minhas participações no rádio, especialmente no programa Jota Silva, da Rádio Gravatá FM (92,3 MHz).
Por um período da minha vida, fiz parte da equipe Jota Silva, programa apresentado pelo gravataense que lhe dá nome. Também integrei formalmente o quadro de funcionários da Rádio Gravatá FM, na parte administrativa, além comandar, ao lado de Cleiton Pereira, o extinto programa Café com Política, que marcou o rádio regional, criando um elo direto entre Gravatá, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e o Congresso Nacional, além de prefeituras e câmaras.
Em 2018, participei de uma série de sabatinas no programa Jota Silva. Uma delas foi com o deputado federal Augusto Coutinho, que buscava a reeleição. Na época, o Brasil havia passado pelo recente processo de impeachment que resultou no afastamento da então presidente Dilma Rousseff (PT). Michel Temer (MDB), que era vice-presidente, assumiu o comando do país, enfrentando forte resistência dos apoiadores de Dilma e Lula.
Durante seu mandato, Temer enfrentou duas denúncias na Câmara dos Deputados. Em ambas as ocasiões, a maioria dos parlamentares votou para evitar que as denúncias fossem encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal (STF), o que poderia levar ao afastamento do presidente. Augusto Coutinho foi um dos deputados pernambucanos que votou a favor de Temer.
No rádio, ao decorrer da sabatina, o deputado criticou a Justiça brasileira, classificando-a como “lenta e ineficiente”, não deixando de falar a verdade. Aproveitei o gancho para provocá-lo, questionando como ele, conhecendo essas limitações do sistema judiciário, optou por protelar as investigações sobre Temer ao votar contra o envio das denúncias ao STF.
Veja o vídeo:

Ismael Alves – Hoje é o Dia do Rádio, um meio de comunicação que atravessa gerações e continua presente no cotidiano de milhões de brasileiros. Tenho uma forte conexão profissional com esse veículo tão importante, que caminha lado a lado com a modernidade, apesar do seu pioneirismo. Para comemorar esta data, reuni algumas das minhas participações no rádio, especialmente no programa Jota Silva, da Rádio Gravatá FM (92,3 MHz).
Por um período da minha vida, fiz parte da equipe Jota Silva, programa apresentado pelo gravataense que lhe dá nome. Também integrei formalmente o quadro de funcionários da Rádio Gravatá FM, na parte administrativa, além comandar, ao lado de Cleiton Pereira, o extinto programa Café com Política, que marcou o rádio regional, criando um elo direto entre Gravatá, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e o Congresso Nacional, além de prefeituras e câmaras.
Em 2018, participei de uma série de sabatinas no programa Jota Silva. Uma delas foi com o deputado federal Augusto Coutinho, que buscava a reeleição. Na época, o Brasil havia passado pelo recente processo de impeachment que resultou no afastamento da então presidente Dilma Rousseff (PT). Michel Temer (MDB), que era vice-presidente, assumiu o comando do país, enfrentando forte resistência dos apoiadores de Dilma e Lula.
Durante seu mandato, Temer enfrentou duas denúncias na Câmara dos Deputados. Em ambas as ocasiões, a maioria dos parlamentares votou para evitar que as denúncias fossem encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal (STF), o que poderia levar ao afastamento do presidente. Augusto Coutinho foi um dos deputados pernambucanos que votou a favor de Temer.
No rádio, ao decorrer da sabatina, o deputado criticou a Justiça brasileira, classificando-a como “lenta e ineficiente”, não deixando de falar a verdade. Aproveitei o gancho para provocá-lo, questionando como ele, conhecendo essas limitações do sistema judiciário, optou por protelar as investigações sobre Temer ao votar contra o envio das denúncias ao STF.
Veja o vídeo:












