
Ismael Alves – Em menos de 11 meses, estaremos em 2026, ano de eleições gerais, com exceção dos cargos de prefeito e vereador. Em Pernambuco, o cenário político já aponta para uma possível disputa pelo Governo do Estado entre o prefeito do Recife, João Campos (PSB), e a governadora Raquel Lyra (PSDB). Enquanto Raquel busca a reeleição, João surge como a aposta do PSB para retomar Poder. No entanto, antes de uma batalha eleitoral, ambos travam uma disputa preliminar pelo apoio do presidente Lula (PT).
João Campos tem uma relação mais profunda com Lula, embora nem sempre alinhado ao PT. Em 2020, criticou duramente o partido do presidente durante a campanha à prefeitura, mas, em 2022, militou por Lula para a presidência da República. Já Raquel Lyra, eleita em 2022 com uma postura “nem-nem” (nem Lula, nem Bolsonaro), ao início do seu governo se aproximou de setores bolsonaristas, mas logo migrou para o campo lulista, visando o apoio do petista para sua reeleição em 2026.
Lula terá que decidir entre apoiar João Campos e reforçar laços históricos, mesmo com o relacionamento de gangorra entre o socialista e o PT, ou apoiar Raquel Lyra, o que também poderá ser visto como uma traição à família Campos. Há ainda a possibilidade de um palanque duplo, dividindo apoios e mantendo o PT como peça principal no tabuleiro pernambucano, o que também seria prejuízo para João, que não hesitou em declarar apoio ao petista no seu retorno ao comando do país.

Ismael Alves – Em menos de 11 meses, estaremos em 2026, ano de eleições gerais, com exceção dos cargos de prefeito e vereador. Em Pernambuco, o cenário político já aponta para uma possível disputa pelo Governo do Estado entre o prefeito do Recife, João Campos (PSB), e a governadora Raquel Lyra (PSDB). Enquanto Raquel busca a reeleição, João surge como a aposta do PSB para retomar Poder. No entanto, antes de uma batalha eleitoral, ambos travam uma disputa preliminar pelo apoio do presidente Lula (PT).
João Campos tem uma relação mais profunda com Lula, embora nem sempre alinhado ao PT. Em 2020, criticou duramente o partido do presidente durante a campanha à prefeitura, mas, em 2022, militou por Lula para a presidência da República. Já Raquel Lyra, eleita em 2022 com uma postura “nem-nem” (nem Lula, nem Bolsonaro), ao início do seu governo se aproximou de setores bolsonaristas, mas logo migrou para o campo lulista, visando o apoio do petista para sua reeleição em 2026.
Lula terá que decidir entre apoiar João Campos e reforçar laços históricos, mesmo com o relacionamento de gangorra entre o socialista e o PT, ou apoiar Raquel Lyra, o que também poderá ser visto como uma traição à família Campos. Há ainda a possibilidade de um palanque duplo, dividindo apoios e mantendo o PT como peça principal no tabuleiro pernambucano, o que também seria prejuízo para João, que não hesitou em declarar apoio ao petista no seu retorno ao comando do país.












