
Ismael Alves – O governo Lula (PT) enfrenta forte turbulência no Ministério da Previdência, em meio ao escândalo bilionário de corrupção que atinge em cheio a pasta, tendo resultado na queda do ex-ministro Carlos Lupi. Em seu lugar, assumiu o pernambucano Wolney Queiroz, que herdou os desafios de estabilizar o INSS e resistir aos ataques políticos que já ameaçam sua permanência.
Wolney, ex-deputado federal não reeleito em 2022, era o número 2 da pasta antes da promoção. Agora, é alvo de críticas da oposição, que o acusa de omissão em supostas irregularidades durante sua gestão como secretário-executivo do ministério. Parlamentares adversários já articulam pedidos de afastamento, alegando falta de transparência e questionando sua conduta.
Antes mesmo de ao menos ter esquentado a cadeira, o novo ministro enfrenta pressão interna e externa em circunstâncias nada favoráveis para o governo federal. A instabilidade na Previdência espelha fortes tensões no Congresso Nacional, onde a oposição ganha força e amplia e pressiona o governo Lula 3.
Especialistas consideram que a crise pode levar até mesmo a uma nova troca de comando na pasta, em meio a sinais de fragilidade do governo, que tenta conter danos em um ministério essencial para a agenda social. A permanência de Queiroz dependerá da sua capacidade de manter o equilíbrio e mostrar resultado rápido em meio ao furacão que sacode o Palácio do Planalto.

Ismael Alves – O governo Lula (PT) enfrenta forte turbulência no Ministério da Previdência, em meio ao escândalo bilionário de corrupção que atinge em cheio a pasta, tendo resultado na queda do ex-ministro Carlos Lupi. Em seu lugar, assumiu o pernambucano Wolney Queiroz, que herdou os desafios de estabilizar o INSS e resistir aos ataques políticos que já ameaçam sua permanência.
Wolney, ex-deputado federal não reeleito em 2022, era o número 2 da pasta antes da promoção. Agora, é alvo de críticas da oposição, que o acusa de omissão em supostas irregularidades durante sua gestão como secretário-executivo do ministério. Parlamentares adversários já articulam pedidos de afastamento, alegando falta de transparência e questionando sua conduta.
Antes mesmo de ao menos ter esquentado a cadeira, o novo ministro enfrenta pressão interna e externa em circunstâncias nada favoráveis para o governo federal. A instabilidade na Previdência espelha fortes tensões no Congresso Nacional, onde a oposição ganha força e amplia e pressiona o governo Lula 3.
Especialistas consideram que a crise pode levar até mesmo a uma nova troca de comando na pasta, em meio a sinais de fragilidade do governo, que tenta conter danos em um ministério essencial para a agenda social. A permanência de Queiroz dependerá da sua capacidade de manter o equilíbrio e mostrar resultado rápido em meio ao furacão que sacode o Palácio do Planalto.











