Ismael Alves – A PE-71, ao longo dos seus 30 km, está mais para tábua de pirulito do que mesmo rodovia. Desde o entrocamento com a BR-232, ainda na altura de Gravatá, até a cidade de Amaraji, o condutor escolhe o buraco que vai cair.
Contudo, apesar do trecho que compreende Chã Grande estar repleto de buracos, ruim mesmo está a situação da rodovia no período que pertence a Amaraji. E a pior parte é exatamente na chegada de Amaraji.
Numa tentativa – inútil – de amenizar o problema da rodovia, fruto da inércia do Governo de Raquel Lyra, alguém, possivelmente a prefeitura, decidiu colocar piçarro sobre a via. A mistura de buraco, piçarro e chuva tem rendido uma experiência arriscada a quem precisa trafegar pela PE-71.














