Ismael Alves – A eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Chã Grande, Mata Sul, para o biênio 2023/2024, segue sub judice. O processo eleitoral interno do Legislativo foi parar na justiça após seis dos onze vereadores ingressarem com uma ação judicial pedindo a anulação da eleição sob a acusação de “fraude” após Jorge impugnar a única chapa concorrente, detentora da maioria dos votos, encabeçada pelo vereador Ademir Batista (Avante).
Os seis parlamentares querem a realização de uma nova eleição. Eles consideram que o vereador Jorge Luis (PL), atual presidente, não reúne condições legais para se manter no cargo por mais um biênio, o que totalizaria oito anos consecutivos na presidência da Casa Paulo Viana de Queiroz.
Além disso, pesa contra Jorge Luis a acusação de descumprimento do Regimento Interno durante a eleição, manobra executada, segundo os autos do processo, para “perpetuá-lo” no cargo de presidente.
Jorge Luis foi intimado pela justiça, ao final do ano passado, a se manifestar sobre o processo. Determinação judicial estipulou um prazo de cinco dias para a manifestação do réu. Contudo, o prazo passa a contar a partir desta segunda-feira, 23, explica o advogado Francisco Santana, integrante do jurídico dos autores da ação. Ele explica que a suspensão do prazo ocorreu devido o recesso judiciário, encerrado na última sexta-feira, 20. Processo n° 0009129-56.2022.8.17.2670.














