
Possível candidatura de Eliã Oliveira para deputada estadual impulsiona debate político no segmento evangélico em Pernambuco
Ismael Alves – Após diversos meios de comunicação repercutirem a possibilidade de Eliã Oliveira disputar uma vaga de deputada estadual por Pernambuco, fiéis e lideranças religiosas do segmento evangélico iniciaram uma onda de incentivo para que, de fato, a cantora confirme sua candidatura à Assembleia Legislativa.
Eliã Oliveira é natural de Cortês, pequena cidade da Mata Sul. Desde criança iniciou sua trajetória na música cristã evangélica. Mesmo vivendo o auge da carreira, Eliã nunca abriu mão de cantar em pequenas igrejas, apesar de ser presença garantida nos principais eventos evangélicos do Brasil e também no exterior.
Trajetória e vínculo com a IEADPE
A história de Eliã Oliveira tem forte ligação com a Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco (IEADPE), ministério presidido pelo pastor Ailton José Alves. Durante a maior parte da vida, a cantora dedicou seu louvor dentro do ministério. Somente em novembro de 2021 ela passou a integrar a Assembleia de Deus – Convenção Abreu e Lima. A mudança ocorreu por uma razão especial: seu casamento. Eliã, viúva desde junho de 2018, casou-se no fim do ano passado com o pastor Josué Morais, que atua no ministério Abreu e Lima.
Posicionamentos firmes da cantora
A identidade do público evangélico com Eliã Oliveira vai além da admiração artística. Seus posicionamentos firmes sobre temas importantes para os cristãos a consolidaram como liderança expressiva no segmento. Durante a pandemia, ela criticou publicamente o fechamento das igrejas em Pernambuco e cobrou “sensibilidade” ao então governador Paulo Câmara (PSB), destacando a importância dos templos para os fiéis.
Voz contra a intolerância religiosa
Além do louvor marcante de perfil pentecostal, Eliã Oliveira também se posiciona de maneira firme contra o crime de intolerância religiosa. Ela tem criticado ataques a igrejas evangélicas, inclusive em Pernambuco, cobrando respostas das autoridades competentes.
Combate ao preconceito contra cristãos
Com a mesma convicção com que defende a fé, a igreja e seus fiéis, Eliã combate o preconceito direcionado aos cristãos. Ela critica a ausência de políticas públicas voltadas aos evangélicos e lembra que muitos políticos só visitam igrejas em períodos eleitorais.
Segundo Eliã, os fiéis seguem princípios que contribuem para a sociedade, mas não encontram respaldo do poder público.
“Não temos nenhuma política voltada para os evangélicos. Muitos políticos só chegam às igrejas em época de eleição, depois esquecem, não procuram saber dos nossos anseios, não nos ouvem. Cada crente é um problema a menos para o Estado. Não temos vícios, não usamos drogas, mantemos nossa vida servindo a Deus e amando nossas famílias. Nossos jovens dedicam-se a Deus, não estão nos bares, nas festas seculares, mas qual política pública você já viu para os evangélicos? Quantas vezes fomos ouvidos? Somos negligenciados, sofremos preconceito desde a forma como nos vestimos, como vivemos.
Defenderei todos os direitos, de cada mulher cristã, de cada família, defenderei sempre a igreja, o sustentáculo da sociedade. Rogo ao meu Senhor Jesus que possamos viver em um país melhor, sem aborto, sem violência, sem corrupção, com liberdade religiosa, com um país livre das ideologias nefastas que atacam a família e a Deus”, afirmou a cantora.
LEIA TAMBÉM: Oposição de Cortês inicia diálogo para unificar forças políticas

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Eliã Oliveira é natural de Cortês, pequena cidade da Mata Sul. Desde criança iniciou sua trajetória na música cristã evangélica. Mesmo vivendo o auge da carreira, Eliã nunca abriu mão de cantar em pequenas igrejas, apesar de ser presença garantida nos principais eventos evangélicos do Brasil e também no exterior.
Trajetória e vínculo com a IEADPE
A história de Eliã Oliveira tem forte ligação com a Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Pernambuco (IEADPE), ministério presidido pelo pastor Ailton José Alves. Durante a maior parte da vida, a cantora dedicou seu louvor dentro do ministério. Somente em novembro de 2021 ela passou a integrar a Assembleia de Deus – Convenção Abreu e Lima. A mudança ocorreu por uma razão especial: seu casamento. Eliã, viúva desde junho de 2018, casou-se no fim do ano passado com o pastor Josué Morais, que atua no ministério Abreu e Lima.
Posicionamentos firmes da cantora
A identidade do público evangélico com Eliã Oliveira vai além da admiração artística. Seus posicionamentos firmes sobre temas importantes para os cristãos a consolidaram como liderança expressiva no segmento. Durante a pandemia, ela criticou publicamente o fechamento das igrejas em Pernambuco e cobrou “sensibilidade” ao então governador Paulo Câmara (PSB), destacando a importância dos templos para os fiéis.
Voz contra a intolerância religiosa
Além do louvor marcante de perfil pentecostal, Eliã Oliveira também se posiciona de maneira firme contra o crime de intolerância religiosa. Ela tem criticado ataques a igrejas evangélicas, inclusive em Pernambuco, cobrando respostas das autoridades competentes.
Combate ao preconceito contra cristãos
Com a mesma convicção com que defende a fé, a igreja e seus fiéis, Eliã combate o preconceito direcionado aos cristãos. Ela critica a ausência de políticas públicas voltadas aos evangélicos e lembra que muitos políticos só visitam igrejas em períodos eleitorais.
Segundo Eliã, os fiéis seguem princípios que contribuem para a sociedade, mas não encontram respaldo do poder público.
“Não temos nenhuma política voltada para os evangélicos. Muitos políticos só chegam às igrejas em época de eleição, depois esquecem, não procuram saber dos nossos anseios, não nos ouvem. Cada crente é um problema a menos para o Estado. Não temos vícios, não usamos drogas, mantemos nossa vida servindo a Deus e amando nossas famílias. Nossos jovens dedicam-se a Deus, não estão nos bares, nas festas seculares, mas qual política pública você já viu para os evangélicos? Quantas vezes fomos ouvidos? Somos negligenciados, sofremos preconceito desde a forma como nos vestimos, como vivemos.
Defenderei todos os direitos, de cada mulher cristã, de cada família, defenderei sempre a igreja, o sustentáculo da sociedade. Rogo ao meu Senhor Jesus que possamos viver em um país melhor, sem aborto, sem violência, sem corrupção, com liberdade religiosa, com um país livre das ideologias nefastas que atacam a família e a Deus”, afirmou a cantora.
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