
Como o comércio de Gravatá se movimentou no fim de ano segundo um vendedor de coco
Ismael Alves – Na antevéspera de Natal, à tarde, em Gravatá, paramos, eu, minha esposa Franciele e minha filha Isaele, para comprar coco verde de um vendedor ambulante que estava com seu carro utilitário, possivelmente uma Strada, estacionado perto da loja Borges Ferragens, na Avenida Governador Agamenon Magalhães. O coco gelado caiu bem naquele dia quente, em meio à movimentação da cidade.
Enquanto ele descascava o coco, perguntei como estava o movimento do comércio de Gravatá mês de dezembro. Gosto de ouvir gente simples. O homem, cujo nome não perguntei, trabalhava acompanhado de uma jovem senhora, que imaginei ser sua esposa. Comunicativo e animado, disse que as vendas estavam muito boas, até superando o período junino. Contou que só naquele dia já tinha vendido mais de 30 garrafas de água de coco para condomínios. Falou ainda que comercializa coco há muito tempo e, assim, criou duas filhas que atualmente estão na casa dos vinte e poucos anos.
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O casal estava otimista com o movimento. Elogiou a programação natalina promovida pela prefeitura e afirmou que o período “estava bom pra todo mundo”, referindo-se à economia girando para todos os segmentos no comércio de Gravatá. Depois de bebermos a água do coco ali mesmo, pagamos, nos despedimos e fomos embora. Eu, que sei bem a importância de uma economia aquecida, pois minha mãe é feirante há mais de 20 anos, saí satisfeito, com a certeza do momento positivo que Gravatá vivencia, e que ganhou maior propulsão com o Natal e as festas de fim de ano.
Ciente que nada acontece por acaso, nada mais justo do que reconhecer um grande acerto da administração do prefeito Joselito Gomes, através da Secretaria de Turismo, liderada por Marllon Lima, e às demais que compõem a gestão municipal.













