
Rafael Prequé defende Marília Arraes para o Senado em 2026
Ismael Alves – Em Gravatá, no Agreste Central de Pernambuco, o apoio à ex-deputada federal Marília Arraes (SD) segue firme. Um dos principais nomes a sustentar essa bandeira é o vereador Rafael Prequé (SD), aliado histórico e amigo pessoal da líder política, com quem mantém uma relação de confiança desde as primeiras campanhas estaduais de Marília.
De olho nas eleições de 2026, quando duas vagas ao Senado estarão em disputa, Prequé já declarou publicamente sua preferência. Para ele, o nome de Marília é “legítimo, forte e consolidado” dentro da Frente Popular, grupo político que deverá ser encabeçado pelo prefeito do Recife, João Campos (PSB), cotado como candidato ao governo estadual.
Em conversa com o editor deste blog, Rafael Prequé foi direto ao comentar os rumores de que Marília poderia ser preterida na composição da chapa majoritária.
“Deixá-la fora da chapa da Frente Popular é uma covardia — com ela e com todos que acreditam na democracia e no poder do voto, que é o verdadeiro norte da escolha popular.”
Para o parlamentar, o espaço de Marília na disputa ao Senado é natural e respaldado por sua trajetória política e capital eleitoral.
“Ignorar sua presença em uma disputa como a do Senado é desrespeitar a vontade do povo pernambucano e a força de uma liderança consolidada ao longo dos anos”, afirmou.
Prequé destacou ainda que o nome de Marília simboliza a representatividade feminina e a resistência política no Estado.
“Marília foi a primeira a declarar apoio a João Campos para governador, mesmo quando o cenário ainda estava indefinido. Ela tem coerência, tem trabalho e tem o respeito do povo.”
Com mais de 2,2 milhões de votos obtidos nas eleições anteriores, Marília Arraes é vista por Rafael como uma das figuras mais influentes do campo progressista de Pernambuco.
“Ela só não é governadora hoje por fatores alheios à vontade popular, numa eleição marcada pela emoção e pela comoção. Pernambuco escolheu Marilhar o Senado”, afirmou o vereador.
Prequé encerrou reafirmando que a relação entre ambos é construída sobre valores políticos e lealdade pessoal:
“Mais do que uma aliança, é uma caminhada em defesa de um projeto de Pernambuco mais justo e coerente com a vontade do povo.”











