
Ismael Alves – A proposta do senador Flávio Bolsonaro (PL) de criar um Ministério da Prosperidade, apresentada durante o debate presidencial com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizado pela Band na noite deste domingo (18), abriu uma nova frente de discussão na reta final do segundo turno das eleições de 2026.
A ideia dividiu opiniões nas redes sociais. Enquanto parte dos internautas demonstrou aprovação à iniciativa, outros reagiram com ironia. Entre as manifestações, houve até sugestões bem-humoradas de que o bispo Valdemiro Santiago assumisse o comando da eventual pasta.
Para além das brincadeiras e das manifestações de apoio, a proposta coloca Flávio diante de uma questão política que precisará esclarecer nos próximos dias: como justificar a criação de mais um ministério se ele próprio critica a quantidade de pastas existentes e defende a redução da estrutura ministerial?
O desafio do senador será explicar qual seria a função específica do novo ministério, como ele se encaixaria em um eventual governo e de que maneira sua criação seria compatível com o discurso de enxugamento da máquina pública.
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