
Rota ecoturística de Chã Grande como caminho onde passado, presente e futuro se encontram
Ismael Alves – Em 13 de abril de 2024, um dia antes da inauguração da Rota Ecoturística de Chã Grande, importante obra de pavimentação na zona rural executada pelo ex-prefeito Diogo Alexandre, acompanhei a vereadora Célia Lira, filha do saudoso ex-prefeito Jaci Moreira, e os advogados Gessé Gonçalves e Anderson Rodrigues, integrantes de seu gabinete. À medida que avançávamos pelo percurso iniciado na altura do Estádio Barbosão, ficávamos impressionados com a ousadia da obra que levava acesso digno a localidades que nunca haviam imaginado ver o calçamento cortar a paisagem, abrindo caminho para mobilidade, desenvolvimento e o progresso impulsionado pelo turismo.
Na medida que nos distanciávamos do Barbosão, a paisagem urbana ficou para trás, refletida no retrovisor, enquanto o verde do campo se expandia diante de nós. As belezas do “município verde com o melhor clima de Pernambuco”, se revelavam como na mensagem de boas-vindas do pórtico localizado entre a PE-71 e a BR-232. Para quem tem origem na agricultura, como eu, que por tantos anos trabalhei sob sol e chuva, aquele cenário sempre foi familiar, mas a combinação de estrada nova com lembranças e relatos de moradores dava um sentido ainda mais profundo ao percurso.
Em cada parada, Célia era cumprimentada por antigos moradores que logo aproveitavam para recordar histórias vividas com seu pai. Esses relatos fortaleciam a sensação de que o legado construído por Jaci permanecia vivo e se renovava, tantos anos após sua partida. Era como se a rota ecoturística, ao se estender pelos sítios e propriedades, também conectasse memórias, afetos e trajetórias do nosso povo.
Entre o gado que pontuava o horizonte e as plantações que moldavam o cenário, entre casas campesinas, casarões históricos e edificações de fé como as capelas de São Padre Pio e São Roque, seguimos até a estrada de Malhadinha, região onde se destaca o imponente e tradicional Hotel Higlander. Mas antes, uma parada em outra obra tão importante além da própria rota, também fruto do trabalho de Diogo Alexandre, que já tinha Sandro Advogado como aliado e vice-prefeito: a Escola Municipal Joaquim Alves Pereira, localizada no Sítio Freixeiras.
Decidimos fazer uma visita ao prédio, que havia sido inaugurado há poucos anos. Célia aproveitou para revisitar a unidade, observando com atenção cada detalhe. A escola, moderna, ampla e bem preservada, estava com os portões abertos ao final da tarde, pouco depois do encerramento das atividades. No acesso principal, professoras e servidoras nos receberam com cordialidade e orgulho, falando sobre os investimentos e as expectativas da comunidade, enquanto o sol das 17h nos iluminava.
Célia, que inicialmente havia saído para conferir a rota ecoturística de Chã Grande, sorria ao rever a escola. Era evidente que, assim como na pavimentação da Rota Ecoturística, cada tijolo daquele prédio carregava seu voto favorável como parlamentar, representando a continuidade de um compromisso assumido com as pessoas e com a história que herdou de seu pai. E eu mesmo registrei esse momento em uma fotografia.

Rota ecoturística de Chã Grande como caminho onde passado, presente e futuro se encontram
Ismael Alves – Em 13 de abril de 2024, um dia antes da inauguração da Rota Ecoturística de Chã Grande, importante obra de pavimentação na zona rural executada pelo ex-prefeito Diogo Alexandre, acompanhei a vereadora Célia Lira, filha do saudoso ex-prefeito Jaci Moreira, e os advogados Gessé Gonçalves e Anderson Rodrigues, integrantes de seu gabinete. À medida que avançávamos pelo percurso iniciado na altura do Estádio Barbosão, ficávamos impressionados com a ousadia da obra que levava acesso digno a localidades que nunca haviam imaginado ver o calçamento cortar a paisagem, abrindo caminho para mobilidade, desenvolvimento e o progresso impulsionado pelo turismo.
Na medida que nos distanciávamos do Barbosão, a paisagem urbana ficou para trás, refletida no retrovisor, enquanto o verde do campo se expandia diante de nós. As belezas do “município verde com o melhor clima de Pernambuco”, se revelavam como na mensagem de boas-vindas do pórtico localizado entre a PE-71 e a BR-232. Para quem tem origem na agricultura, como eu, que por tantos anos trabalhei sob sol e chuva, aquele cenário sempre foi familiar, mas a combinação de estrada nova com lembranças e relatos de moradores dava um sentido ainda mais profundo ao percurso.
Em cada parada, Célia era cumprimentada por antigos moradores que logo aproveitavam para recordar histórias vividas com seu pai. Esses relatos fortaleciam a sensação de que o legado construído por Jaci permanecia vivo e se renovava, tantos anos após sua partida. Era como se a rota ecoturística, ao se estender pelos sítios e propriedades, também conectasse memórias, afetos e trajetórias do nosso povo.
Entre o gado que pontuava o horizonte e as plantações que moldavam o cenário, entre casas campesinas, casarões históricos e edificações de fé como as capelas de São Padre Pio e São Roque, seguimos até a estrada de Malhadinha, região onde se destaca o imponente e tradicional Hotel Higlander. Mas antes, uma parada em outra obra tão importante além da própria rota, também fruto do trabalho de Diogo Alexandre, que já tinha Sandro Advogado como aliado e vice-prefeito: a Escola Municipal Joaquim Alves Pereira, localizada no Sítio Freixeiras.
Decidimos fazer uma visita ao prédio, que havia sido inaugurado há poucos anos. Célia aproveitou para revisitar a unidade, observando com atenção cada detalhe. A escola, moderna, ampla e bem preservada, estava com os portões abertos ao final da tarde, pouco depois do encerramento das atividades. No acesso principal, professoras e servidoras nos receberam com cordialidade e orgulho, falando sobre os investimentos e as expectativas da comunidade, enquanto o sol das 17h nos iluminava.
Célia, que inicialmente havia saído para conferir a rota ecoturística de Chã Grande, sorria ao rever a escola. Era evidente que, assim como na pavimentação da Rota Ecoturística, cada tijolo daquele prédio carregava seu voto favorável como parlamentar, representando a continuidade de um compromisso assumido com as pessoas e com a história que herdou de seu pai. E eu mesmo registrei esse momento em uma fotografia.













