
Ismael Alves – A cidade de Chã Grande, localizada na Mata Sul de Pernambuco, enfrenta uma grave crise de abastecimento de água. O problema é atribuído diretamente à gestão da Compesa e ao Governo de Pernambuco, sob a liderança de Raquel Lyra, que têm falhado em resolver as demandas da população e alegam “colapso” nas barragens. No entanto, a realidade da barragem de Amora Grande, em Amaraji, principal manancial que abastece Chã Grande, revela que a real escassez é mesmo de competência e responsabilidade da Compesa e do Governo de Pernambuco.
Um dos principais entraves é o atraso nas obras da Estação de Tratamento de Água (ETA). Iniciada ainda no governo anterior, a obra ficou paralisada por mais de um ano após Raquel Lyra assumir o comando do Estado. A retomada dos trabalhos só ocorreu após forte pressão popular, com audiência pública na Câmara Municipal de Chã Grande e reiteradas cobranças feitas pelo Legislativo e Executivo Municipal, incluindo reivindicações apresentadas no próprio Palácio do Campo das Princesas.
Apesar da retomada, a conclusão, prevista para setembro do ano passado, ainda não foi concretizada. A obra, que duplicaria a capacidade de tratamento de água de 30 para 60 litros por segundo, aproximadamente, segue em ritmo lento, enquanto os moradores lidam com torneiras secas e contas de água que chegam sem atrasar. Em algumas ruas, a água não chega há mais de um mês. Enquanto isso, a Compesa informa em seu site um calendário de abastecimento que nunca é cumprido.
De costas para o povo de Chã Grande
Além do abastecimento, outros problemas apontam o descaso do Governo Estadual com Chã Grande. Na PE-71, importante via de acesso ao município, há trechos em péssimas condições, colocando em risco a segurança de quem trafega pela rodovia. A última operação tapa-buraco realizada após intensas cobranças da população e dos poderes Legislativo e Executivo, utilizou asfalto de sonrisal, incapaz de suportar as chuvas e o próprio tráfego.
Outro exemplo de negligência é a construção da escola estadual, uma antiga demanda da população. O município já doou o terreno e a terraplanagem foi realizada durante o governo anterior, mas, desde que Raquel Lyra assumiu, a obra ficou abandonada. Até os tapumes que cercavam o terreno estão deteriorados.

Ismael Alves – A cidade de Chã Grande, localizada na Mata Sul de Pernambuco, enfrenta uma grave crise de abastecimento de água. O problema é atribuído diretamente à gestão da Compesa e ao Governo de Pernambuco, sob a liderança de Raquel Lyra, que têm falhado em resolver as demandas da população e alegam “colapso” nas barragens. No entanto, a realidade da barragem de Amora Grande, em Amaraji, principal manancial que abastece Chã Grande, revela que a real escassez é mesmo de competência e responsabilidade da Compesa e do Governo de Pernambuco.
Um dos principais entraves é o atraso nas obras da Estação de Tratamento de Água (ETA). Iniciada ainda no governo anterior, a obra ficou paralisada por mais de um ano após Raquel Lyra assumir o comando do Estado. A retomada dos trabalhos só ocorreu após forte pressão popular, com audiência pública na Câmara Municipal de Chã Grande e reiteradas cobranças feitas pelo Legislativo e Executivo Municipal, incluindo reivindicações apresentadas no próprio Palácio do Campo das Princesas.
Apesar da retomada, a conclusão, prevista para setembro do ano passado, ainda não foi concretizada. A obra, que duplicaria a capacidade de tratamento de água de 30 para 60 litros por segundo, aproximadamente, segue em ritmo lento, enquanto os moradores lidam com torneiras secas e contas de água que chegam sem atrasar. Em algumas ruas, a água não chega há mais de um mês. Enquanto isso, a Compesa informa em seu site um calendário de abastecimento que nunca é cumprido.
De costas para o povo de Chã Grande
Além do abastecimento, outros problemas apontam o descaso do Governo Estadual com Chã Grande. Na PE-71, importante via de acesso ao município, há trechos em péssimas condições, colocando em risco a segurança de quem trafega pela rodovia. A última operação tapa-buraco realizada após intensas cobranças da população e dos poderes Legislativo e Executivo, utilizou asfalto de sonrisal, incapaz de suportar as chuvas e o próprio tráfego.
Outro exemplo de negligência é a construção da escola estadual, uma antiga demanda da população. O município já doou o terreno e a terraplanagem foi realizada durante o governo anterior, mas, desde que Raquel Lyra assumiu, a obra ficou abandonada. Até os tapumes que cercavam o terreno estão deteriorados.










