
Ismael Alves – O Cabo de Santo Agostinho está no centro de uma investigação eleitoral que pode modificar a composição do Legislativo Municipal para a próxima Legislatura, que terá início em janeiro de 2025. A suplente Bia de Ilda, então candidata pelo partido Avante, ingressou com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) junto à 15ª Zona Eleitoral, alegando possível fraude na cota de gênero pela federação Brasil da Esperança, composta pelos partidos PT, PCdoB e PV. A ação é conduzida pelo advogado Heverton Lopes, de Gravatá.
A denúncia aponta que o PCdoB registrou candidaturas fictícias para cumprir a cota mínima de 30% de candidatas mulheres exigida pela legislação. Entre os exemplos citados está a então candidata Nathalia Santos, que obteve apenas dois votos, levantando suspeitas de que sua candidatura foi apenas formal, sem efetiva participação eleitoral. O caso é corroborado pela ausência de movimentação financeira significativa e de atos de campanha.
De acordo com a petição, a candidatura de Nathalia Santos recebeu R$ 10.395,09 em recursos partidários, sendo R$ 6 mil provenientes da Direção Nacional do PCdoB e R$ 4.395,09 do Diretório Estadual. Desse total, Nathalia declarou ter utilizado R$ 3 mil para atividades de militância, contratando três pessoas, cada uma recebendo R$ 1.000,00. No entanto, esse montante é consideravelmente inferior ao valor destinado à candidatura de Tadeu Anjos, presidente do partido no município, que recebeu R$ 100 mil da Direção Nacional. A discrepância, ressalta a AIJE, levanta questionamentos sobre a real intenção da candidatura de Nathalia e sua efetiva participação na campanha.
Caso a fraude seja confirmada, os votos da federação poderão ser anulados, e dois vereadores eleitos, Bruno Villar (PCdoB) e Gabi Jerônimo (PT), podem ter seus diplomas suspensos conforme entendimento consolidado na Súmula 73 do TSE.

Ismael Alves – O Cabo de Santo Agostinho está no centro de uma investigação eleitoral que pode modificar a composição do Legislativo Municipal para a próxima Legislatura, que terá início em janeiro de 2025. A suplente Bia de Ilda, então candidata pelo partido Avante, ingressou com uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) junto à 15ª Zona Eleitoral, alegando possível fraude na cota de gênero pela federação Brasil da Esperança, composta pelos partidos PT, PCdoB e PV. A ação é conduzida pelo advogado Heverton Lopes, de Gravatá.
A denúncia aponta que o PCdoB registrou candidaturas fictícias para cumprir a cota mínima de 30% de candidatas mulheres exigida pela legislação. Entre os exemplos citados está a então candidata Nathalia Santos, que obteve apenas dois votos, levantando suspeitas de que sua candidatura foi apenas formal, sem efetiva participação eleitoral. O caso é corroborado pela ausência de movimentação financeira significativa e de atos de campanha.
De acordo com a petição, a candidatura de Nathalia Santos recebeu R$ 10.395,09 em recursos partidários, sendo R$ 6 mil provenientes da Direção Nacional do PCdoB e R$ 4.395,09 do Diretório Estadual. Desse total, Nathalia declarou ter utilizado R$ 3 mil para atividades de militância, contratando três pessoas, cada uma recebendo R$ 1.000,00. No entanto, esse montante é consideravelmente inferior ao valor destinado à candidatura de Tadeu Anjos, presidente do partido no município, que recebeu R$ 100 mil da Direção Nacional. A discrepância, ressalta a AIJE, levanta questionamentos sobre a real intenção da candidatura de Nathalia e sua efetiva participação na campanha.
Caso a fraude seja confirmada, os votos da federação poderão ser anulados, e dois vereadores eleitos, Bruno Villar (PCdoB) e Gabi Jerônimo (PT), podem ter seus diplomas suspensos conforme entendimento consolidado na Súmula 73 do TSE.










