Ismael Alves – Pernambuco vivencia o fim do primeiro ano de governo de Raquel Lyra (PSDB), empossada ao cargo em janeiro deste ano. Depois de uma campanha vitoriosa marcada por críticas ao então governador Paulo Câmara (PSB), é notório o fracasso que permeia em todos os setores da administração pública do Governo do Estado.
O ano de 2024, que já bate à porta, será marcado pelas eleições municipais. E, pelo visto, também será de respostas ao ‘racrechismo’. A mandatária, que terá pela frente um confronto iminente com João Campos, notável interessado em disputar o governo de Pernambuco, em 2026, precisará reorganizar suas bases já esfaceladas para conseguir eleger seus apoiadores.
No entanto, com o sinal de alerta já ligado no modo intermitente, Raquel segue na iminência de colecionar o maior número de derrota de aliados já nas eleições do próximo ano.
Até mesmo entre as quatro paredes do Palácio do Campo das Princesas, sede do governo, a consciência da fragilidade da administração estadual é quase consensual. Contudo, cochicha-se que, em 2024, justamente ano de eleições, a ‘máquina vai moer’.
É dessa esperança do tucanato já desnutrido que surgem duas interrogações: a inércia do governo de Pernambuco durante todo o ano de 2023, foi incompetência ou inércia planejada?












