Foto: Guga Matos/CMR
A vereadora Liana Cirne (PT) comparou, nesta segunda-feira, os 100 primeiros dias dos governo Lula e Raquel Lyra. Em suas redes sociais, a parlamentar petista destacou as principais ações adotadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em oposição ao que classificou de balanço extremamente negativo da gestão Raquel Lyra.
Em relação ao governo Lula, Liana destacou as ações de combate à fome e à miséria, como a recriação do Bolsa Família, com valor de R$ 600 e adicional de R$ 150 por criança de zero a seis anos e de R$ 50 por criança e adolescente de sete a 18 anos. A petista também destacou o reajuste de 36% nos valores do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), que ajuda a custear a merenda escolar na rede pública de ensino, e a recriação do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), programa que foi encerrado pelo governo Bolsonaro e que é responsável pela compra de produtos da agricultura familiar para distribuição entre as famílias vulneráveis e em situação de insegurança alimentar.
A vereadora do Recife elencou ainda a abertura imediata de 15 mil vagas do programa Mais Médicos, o investimento de R$ 600 milhões para a realização de cirurgias eletivas pelo SUS, a entrega de 5.693 unidades do programa Minha Casa Minha Vida, o reajuste do salário mínimo para R$ 1.320, reajuste das bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado; o investimento de R$ 344 milhões para a construção das 40 Casas da Mulher Brasileira, que vão prestar atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica.
Em contrapartida, na avaliação do governo Raquel Lyra, Liana Cirne criticou o não pagamento do piso salarial dos professores, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e a crise no Serviço de Assistência à Saúde dos Servidores de Pernambuco (Sassepe), que fechou unidades no interior e teve contratos cancelados com a rede credenciada.
Fazendo um trocadilho com os 100 Dias, Liana destacou as “sem ações” da gestão Raquel Lyra. As críticas apontam ainda a falta de fardamento e de material escolar na rede pública de ensino, além do aumento da violência em 66% durante o carnaval e do sigilo de cinco anos sobre as informações relacionadas ao efetivo da Polícia Militar, lembrando que durante a campanha Raquel prometeu aumentar o efetivo da PM.












