A ausência da governadora Raquel Lyra na reunião promovida pelo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, na última terça (14), em Brasília, para discutir a construção da Escola de Sargentos do Exército em Pernambuco, foi um dos destaques dos pronunciamentos da Reunião Plenária desta quinta (16). Ao abordar o tema, o deputado Coronel Alberto Feitosa(PL) externou preocupação com o que chamou de “postura arredia” da gestora. Outros assuntos debatidos pelos parlamentares na tribuna foram prevenção às chuvas, geração de emprego e mudanças climáticas.
Em discurso no Grande Expediente, Feitosa comentou que o encontro com Múcio reuniu parte da bancada federal pernambucana para discutir a viabilidade financeira da Escola de Sargentos. O centro de formação deverá custar em torno de R$1,8 bilhão. “O ministro apresentou o projeto aos deputados federais, senadores de Pernambuco, que devem destinar emendas parlamentares para a construção da unidade. Uma obra importante para o Estado, que vai gerar milhares de empregos, e a governadora não deu, até agora, nenhuma satisfação ao povo”, declarou.
O integrante do PL anunciou que já protocolou um ofício direcionado à Frente Parlamentar que acompanha a implantação do projeto, para convocar uma audiência pública com a participação do Poder Executivo. Em acordo firmado com o Exército, o Governo de Pernambuco deve doar terreno para a construção da escola — que ficará em área localizada nas abrangências dos municípios de Paudalho, na Mata Norte, e de Abreu e Lima, Araçoiaba, Camaragibe, São Lourenço da Mata e Igarassu, na Região Metropolitana do Recife (RMR). No local, já funciona o Campo de Instrução Marechal Newton Cavalcanti (CIMNC). Entretanto, segundo o deputado, até agora, a proposta para a doação não foi enviada à Alepe.












