
Jota Silva – O Brasil assiste estarrecido a mais um capítulo da perseguição implacável aos aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. Desta vez, o alvo foi o ex-ministro do Turismo, Gilson Machado Neto — um homem íntegro, de conduta ilibada, pertencente a uma das famílias mais tradicionais do Estado de Pernambuco: a família Machado Guimarães. Gilson é sobrinho do ex-deputado federal Gilson Machado (in memoriam), uma referência na política nacional, dono de empresas de comunicação no estado e nome respeitado em todo o Nordeste.
Gilson Machado Neto não é aventureiro, tampouco oportunista. É um homem de bem, cristão, patriota, pai de família. Foi ministro de Estado, serviu o país com decência, levou o nome do Brasil ao exterior com orgulho e jamais teve seu nome envolvido em escândalos — não apareceu no mensalão, no petrolão, nos esquemas do INSS, no nepotismo, nem em qualquer roubo aos cofres públicos. Nunca cometeu crime algum. Mesmo assim, foi tratado como bandido. Preso por capricho, por suspeita, por conveniência política, não por fatos ou provas.
O que estamos vendo é um escárnio. Uma afronta à Constituição. Uma justiça seletiva que prende por opinião, que persegue por ideologia, que condena sem julgamento. O Brasil virou o país do “crime de pensar”. Onde quem discorda de ministros do Supremo pode ser preso, calado, destruído publicamente.
É uma vergonha. Uma vergonha que já fez vítimas demais: pessoas inocentes como Felipe Martins, o comunicador Clezão, as tiazinhas da Bíblia, a mulher do batom — condenada por riscar uma estátua com batom, que foi limpa no dia seguinte — e agora, Gilson Machado. Todos tratados como criminosos perigosos, quando, na verdade, são apenas cidadãos que ousaram ter opinião.
Gilson Machado não merece estar nas manchetes por uma prisão injusta. Merece estar onde sempre esteve: ao lado do povo, com sua família, com sua história limpa e honrada. O Brasil não pode mais aceitar esse autoritarismo disfarçado de legalidade. O país virou refém de decisões monocráticas que atropelam a Constituição, rasgam os direitos civis e transformam inocentes em inimigos do Estado. Até quando? Até quando vamos permitir que a Justiça seja usada como instrumento de vingança política?










