Ismael Alves – O tempo tem recontado, sob a ótica da Justiça, uma história diferente daquela amplamente divulgada sobre Bruno Martiniano, ex-prefeito de Gravatá, no Agreste, afastado do cargo em novembro de 2015 sob acusações de corrupção. À época, a Prefeitura foi assumida pelo então interventor Mário Cavalcanti, nomeado pelo ex-governador Paulo Câmara (PSB).
No último dia 14, o ex-prefeito obteve mais uma vitória judicial. Uma ação civil por ato de improbidade administrativa movida contra Bruno Martiniano foi rejeitada pela Justiça.
O processo nº 0000182-23.2016.8.17.2670, que tramitava na 1ª Vara Civil da Comarca de Gravatá, teve como autor o próprio Município, com base em auditoria realizada em 2015, durante o período de intervenção. A ação foi extinta por decisão do juiz de Direito Luiz Vital do Carmo Filho. Bruno Martiniano era acusado de apropriação indébita previdenciária.
Na sentença, o magistrado destacou: “Não há nos autos elementos que sustentem a ocorrência dos atos de improbidade, sua autoria e seu elemento subjetivo”, ressaltando a inexistência de provas.
Em conversa com o editor deste blog, Bruno Martiniano comentou a nova decisão favorável: “A Justiça tarda, mas não falha”. O ex-gestor segue obtendo êxito em todos os processos judiciais.
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