O liberal – Em decisão proferida nessa sexta-feira (14), a juíza da 97ª Zona Eleitoral de Belém, Blenda Nery Rigon Cardoso, indeferiu o pedido de retirada da Bandeira Nacional instalada na lateral do prédio do Templo Central da igreja evangélica Assembleia de Deus, em Belém, a primeira da denominação no país. O pedido foi feito pela Federação Brasil da Esperança, composta pelo PT, PCdoB e PV. “Indefiro a notícia de propaganda irregular vez que não vislumbro a prática de qualquer ato ofensivo à legislação eleitoral, com espeque nos termos do art. 7º, II, do Provimento CRE nº 2/2022”, decidiu na sentença a magistrada.
A decisão da magistrada foi tomada a partir de “autos de suposta Propaganda Eleitoral Irregular cadastrada no sistema Pardal, noticiada pela Federação Brasil da Esperança – Fé Brasil, cuja inicial relata a prática de propaganda eleitoral irregular em templo da Assembleia de Deus, situada na Av. Governador José Malcher, Belém/Pará”.
Em pronunciamento nas redes sociais, acerca da iniciativa da Federação Brasil da Esperança – Fé Brasil, o presidente da Assembleia de Deus, pastor Samuel Câmara, defendeu a manutenção da Bandeira do Brasil no Templo Central, por ser esta é uma ação costumeira da Assembleia de Deus.
“A juíza decidiu felizmente que a Bandeira do Brasil não pode e não deve ser retirada. Eu confesso para vocês que eu já tinha dito para o pessoal da Igreja que nós não retiraríamos, que deixasse a Polícia vir retirar a Bandeira do Brasil, eu não acreditava que isso viesse a acontecer nos dias de hoje, a a bandeira da minha pátria, do meu país não poder colocar, ai, meu Deus do Céu!”, destacou Samuel Câmara. O pastor observou que poderia ser conduzido até uma unidade policial e até a uma prisão, “com o maior prazer” pela causa em questão.
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